quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

A menina e o rosa


Um choro, engolindo as lagrimas escorriam na face daquelas bochechas rosadas, e infelizmente ainda rolariam muitas lagrimas por aquela pele que esticaria muito, que iria arranhar, que iria chorar com lagrimas de sangue .
E assim como a borboleta, aquela pele vai criar asas, e neste processo de metamorfose perder a doce infância atingindo a dita “maturidade”.
Mas não nos percamos em devaneios e vamos ao que viemos explicar. Aquela, a dona das bochechas rosadas com as mãos contra o rosto apoiadas no joelho, sentada nos degraus de uma escada amarela: chorava, como já foi constatado.
-mas chorava por quê?
Porque, não ganhava nada rosa.
-Mas, como assim?
É assim mesmo, suas roupas não eram cor-de-rosa, seus sapatinhos também não, nem seus brinquedos. Por isso, ela chorava.
-Mas, que motivo inútil!
Foi isso que ela pensou, mudou, “metamorfoseou” e pensou; “Quando crianças choramos, mesmo por coisas inúteis”. Mas, não usa mais o rosa. E o que antes era desejo, depois da perda da doce infância, virou repudio.
-Mas, que trauma inútil!Repito e afirmo!
-Pois é...É o que penso, mas agora só gosto mesmo é do azul. O rosa virou símbolo de pati, ou seja, superficialidade. Mas agora, o trauma foi embora, ganhei duas blusas rosas. E diante da situação monetária financeira de uma estudante universitária, o numero dois sobrepõe ao trauma rosa e supri uma necessidade. Só tenho algo a declarar:
Vida de universitário é fods...
xD

2 comentários:

Samuel Bryan disse...

azul é cor de menino...
por isso eu gosto de roxo
uhaauhauahuah
beijos

Rosangela disse...

vc fica melhor de azul, combina com seus olhos, linda menina